Exercício de improviso. Acho que ao compor uma HQ não-figurativa ou pelo menos sem narrativa lógica, a atenção se fecha na espacialidade, nas tensões visuais criadas.
Esse caminho ainda não é amplamente difundido no Brasil, mas tem vários dos alternativos que já frertam com essa maneira de construir um quadrinho. Que bom!
Esse caminho ainda não é amplamente difundido no Brasil, mas tem vários dos alternativos que já frertam com essa maneira de construir um quadrinho. Que bom!
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